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Coral Jovem abre temporada com programa “Sagrado”

22 de abril de 2019

A temporada de concertos do Coral Jovem do Estado vai começar! No ano em que comemora 40 anos, o grupo ligado à EMESP Tom Jobim estreia a temporada comemorativa no mês de abril com o programa “Sagrado”. Com um repertório sacro, o coro cantará composições de Henry Purcell, Gabriel Fauré, Johannes Brahms, Giuseppe Verdi, Igor Stravinsky e outros, sob a batuta do maestro Tiago Pinheiro de Souza e preparação vocal de Marília Vargas.

Destaque para a primeira audição mundial de Oração de São Francisco, do compositor brasileiro André Mehmari. A peça foi uma encomenda do Coral Jovem para o próprio grupo e quarteto de cordas barroco, e o texto é o da Oração de São Francisco de Assis. “Mehmari nos brindou com uma peça em estilo monteverdiano, na qual os afetos do texto são realçados com esplendor”, afirma Marília Vargas. Ainda de acordo com a preparadora vocal do Coral Jovem, a introdução e intermezzo instrumentais  remetem verdadeiramente a passagens de ópera do século XVII, na nossa linguagem atual.

O primeiro concerto será no palco do Masp Auditório, no dia 27 de abril, às 16h, com ingressos a R$20 e R$10 (meia). Vendas no site masp.byinti.com. No dia 28 de abril, às 16h, o grupo se apresentará na Catedral Anglicana de São Paulo, com entrada franca. O coro reapresentará o programa na Sala São Paulo, no dia 12 de maio, às 11h, com entrada gratuita – série Concertos Matinais. Mais informações em www.santamarcelinacultura.org.br/eventos

Sobre o Coral Jovem do Estado

Formado atualmente por 44 bolsistas, o Coral Jovem do Estado de São Paulo, grupo ligado à EMESP Tom Jobim – Escola do Governo do Estado de São Paulo e da Secretaria da Cultura do Estado, gerida pela organização social Santa Marcelina Cultura – foi criado em 1979 durante o 10° Festival de Inverno de Campos do Jordão.

Reestruturado em 2015, com a chegada do regente titular Tiago Pinheiro e da preparadora vocal Marília Vargas, o Coral Jovem estabeleceu um importante tripé artístico. Além do fundamental repertório lírico, o grupo passou a explorar a música antiga e a música popular – incluindo a criação de um núcleo de música popular dentro do coral.

Essa diversidade – aliada à oportunidade de transitar do canto barroco ao popular, ao lado de renomados solistas, arranjadores e grupos – proporciona aos jovens cantores uma formação de maior abrangência técnica e intelectual, transformando-os em artistas capazes de explorar seus corpos e vozes de forma mais criativa e precisa.