No dia 11 de outubro, temos a honra de receber o Regional de Choro do Guri de São Paulo, apresentando “Choro Sem Fronteiras – Vozes Delas” na Biblioteca de São Paulo às 15h.
Regional de Choro do Guri de São Paulo
Cris Fayão, regência
Choro Sem Fronteiras – Vozes Delas
TIA AMÉLIA (1901–1993)
Bordões ao Luar [arr. Luisa Carvalho]
LUCIANA RABELLO (1962– )
Velhos Chorões [arr. Luisa Carvalho]
LUISA MITRE (1971– )
Rodeando [arr. Bruno Avoglia]
[Estreia mundial, 2026 – Encomenda GURI 30 Anos]
CHIQUINHA GONZAGA (1847–1935)
Saudade [arr. Edmilson Capelupi]
LINA PESCE (1925–2017)
Elegante [arr. Kevin Augusto]
MAICIRA TREVISAN (1969– )
Choro de Domingo
CARLA PRONSATO (1977– )
Pimenta Malagueta
Primeiro gênero genuinamente nacional, o choro tem suas raízes em ritmos europeus, como mazurca, polca e valsa. As peças estrangeiras começaram a receber influências de manifestações africanas, como o batuque e o lundu, e da interpretação mais afetuosa e sentimental que lhes foi dada veio o nome do novo estilo, choro. Desenvolvidos a partir de uma dinâmica flexível, os conjuntos têm como base uma seção rítmico-harmônica – com violão, violão de sete cordas, cavaquinho e percussão – e solistas – flauta e saxofone. A formação pode variar, compreendendo também instrumentos como tuba, trombone, bandolim e até violino. Inicialmente associados ao folclore de cada parte do Brasil, os grupos se apresentavam com roupas típicas, recebendo aí a denominação de “regionais” de choro. Fundamentado especialmente na tradição oral, o choro recebe do Guri um tratamento especial, que visa conciliar a interpretação – preservando a liberdade dos instrumentistas – com a pedagogia musical – investindo na sistematização do ensino, com estudos aprofundados e produção de partituras e arranjos próprios. É na roda de choro que os estudantes, após atingir um elevado nível técnico, desenvolvem uma relação pessoal com seu instrumento, explorando as entrelinhas do idioma musical.
Choro Sem Fronteiras – Vozes Delas
TIA AMÉLIA (1901–1993)
Bordões ao Luar [arr. Luisa Carvalho]
LUCIANA RABELLO (1962– )
Velhos Chorões [arr. Luisa Carvalho]
LUISA MITRE (1971– )
Rodeando [arr. Bruno Avoglia]
[Estreia mundial, 2026 – Encomenda GURI 30 Anos]
CHIQUINHA GONZAGA (1847–1935)
Saudade [arr. Edmilson Capelupi]
LINA PESCE (1925–2017)
Elegante [arr. Kevin Augusto]
MAICIRA TREVISAN (1969– )
Choro de Domingo
CARLA PRONSATO (1977– )
Pimenta Malagueta
Cris Fayão, regência
Av. Cruzeiro do Sul, 2.630 – Santana, São Paulo, SP – CEP 02030-100
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