No dia 30 de maio, temos a honra de receber o Regional de Choro do Guri de São Paulo, apresentando “Choro Sem Fronteiras – Vozes Delas” no Instituto Tomie Ohtake as 11h.
Cris Fayão, regência
TIA AMÉLIA (1901–1993) Bordões ao Luar [arr. Luisa Carvalho]
LUCIANA RABELLO (1962– ) Velhos Chorões [arr. Luisa Carvalho]
LUISA MITRE (1971– ) Rodeando [arr. Bruno Avoglia] [Estreia mundial, 2026 – Encomenda GURI 30 Anos]
CHIQUINHA GONZAGA (1847–1935) Saudade [arr. Edmilson Capelupi]
LINA PESCE (1925–2017) Elegante [arr. Kevin Augusto]
MAICIRA TREVISAN (1969– ) Choro de Domingo
CARLA PRONSATO (1977– ) Pimenta Malagueta
Primeiro gênero genuinamente nacional, o choro tem suas raízes em ritmos europeus, como mazurca, polca e valsa. As peças estrangeiras começaram a receber influências de manifestações africanas, como o batuque e o lundu, e da interpretação mais afetuosa e sentimental que lhes foi dada veio o nome do novo estilo, choro. Desenvolvidos a partir de uma dinâmica flexível, os conjuntos têm como base uma seção rítmico-harmônica – com violão, violão de sete cordas, cavaquinho e percussão – e solistas – flauta e saxofone. A formação pode variar, compreendendo também instrumentos como tuba, trombone, bandolim e até violino. Inicialmente associados ao folclore de cada parte do Brasil, os grupos se apresentavam com roupas típicas, recebendo aí a denominação de “regionais” de choro. Fundamentado especialmente na tradição oral, o choro recebe do Guri um tratamento especial, que visa conciliar a interpretação – preservando a liberdade dos instrumentistas – com a pedagogia musical – investindo na sistematização do ensino, com estudos aprofundados e produção de partituras e arranjos próprios. É na roda de choro que os estudantes, após atingir um elevado nível técnico, desenvolvem uma relação pessoal com seu instrumento, explorando as entrelinhas do idioma musical.
TIA AMÉLIA (1901–1993) Bordões ao Luar [arr. Luisa Carvalho]
LUCIANA RABELLO (1962– ) Velhos Chorões [arr. Luisa Carvalho]
LUISA MITRE (1971– ) Rodeando [arr. Bruno Avoglia] [Estreia mundial, 2026 – Encomenda GURI 30 Anos]
CHIQUINHA GONZAGA (1847–1935) Saudade [arr. Edmilson Capelupi]
LINA PESCE (1925–2017) Elegante [arr. Kevin Augusto]
MAICIRA TREVISAN (1969– ) Choro de Domingo
CARLA PRONSATO (1977– ) Pimenta Malagueta
Cris Fayão, regência
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