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Banda Sinfônica Jovem apresenta La Traviata

22 de abril de 2015

 A Banda Sinfônica Jovem do Estado volta a se apresentar em maio: na sexta-feira, feriado de 1º de maio, o Grupo toca em Jundiaí, cidade do interior do Estado, no Teatro Polytheama, às 20h. No domingo dia 3, o concerto será na Sala São Paulo, às 11h, pela série Concertos Matinais. Ambos têm entrada gratuita. 

Com a regência da diretora musical e maestrina titular Mônica Giardini, o grupo formado por bolsistas da EMESP Tom Jobim apresenta a ópera La Traviata, do italiano Giuseppe Verdi, em formato condensado para concerto em arranjo para Banda Sinfônica e com a participação de cantores líricos que interpretam os personagens da história (Alfredo Germont, Violetta Valery e Giorgio Germont) e do diretor de ópera Mauro Wrona como narrador. Entre as vozes soprano, tenor e barítono, estão alunos do Ópera Estúdio da EMESP que é dirigido por Wrona.

La Traviata foi escrita por Giuseppe Verdi, que é considerado um dos maiores compositores do século XIX, com base no romance A Dama das Camélias, de Alexandre Dumas Filho, com libreto de Francesco Maria Piave. Sua estreia foi em 6 de março de 1853, no Teatro La Fenice, em Veneza.

 

Programa:

Giuseppe Verdi

La Traviata (1853)

Arr. Lorenzo Pusceddu

 

Serviço:

JUNDIAÍ

Data: 1º de maio, sexta-feira – feriado

Horário: 20h

Local: Teatro Polytheama

Endereço: Rua Barão de Jundiaí, 176, Centro, Jundiaí – SP

Entrada gratuita

 

Regente: Mônica Giardini

Narração: Mauro Wrona

Cantores:

Matheus Pompeu (tenor, interpretando Alfredo Germont)

Flávia Albano* (soprano, no papel Violetta Valery)

Moisés Helbert Peña* (barítono, como Giorgio Germont)

* alunos do Ópera Estúdio da EMESP Tom Jobim

 

SÃO PAULO

Data: 3 de maio, domingo

Horário: 11h

Local: Sala São Paulo

Endereço: Praça Júlio Prestes, 16, Luz, São Paulo-SP

Ingressos Gratuitos

Ingressos disponíveis na bilheteria da Sala São Paulo a partir da segunda-feira anterior ao concerto, limitados a quatro por pessoa. A partir de cinco ingressos, será cobrado o valor de R$2,00 (por ingresso).

Regente: Mônica Giardini

Narração: Mauro Wrona

Cantores:

Matheus Pompeu (tenor, interpretando Alfredo Germont)

Karen Stephanie* (soprano, no papel Violetta Valery)

Moisés Helbert Peña* (barítono, como Giorgio Germont)

* alunos do Ópera Estúdio da EMESP Tom Jobim

 

Mônica Giardini – regente titular e diretora musical

Doutora e mestre em musicologia pela Universidade de São Paulo (ECA-USP), com formação em piano, e bacharel em violão e Pedagogia Plena. Estudou regência orquestral e de Banda com os maestros Osvaldo Lupi, Willian Nichols, Roberto Farias, Alceo Bocchino, Fábio Mechetti, Roberto Duarte, Aylton Escobar, Eleazar de Carvalho e Juan Serrano do qual foi assistente na Orquestra Sinfônica Jovem do Estado de São Paulo de 1988 a 1990. Recebeu o troféu Mulher em Sol Maior, em 1999, o Prêmio Mulheres no Mercado, em 2004, e o Prêmio Excelência Mulher 2011 concedido pela CIESP. Participou como regente de diversas conferências e congressos de Bandas Sinfônicas no Brasil, África do Sul e Argentina, é regente titular da Banda Sinfônica Jovem do Estado de São Paulo, regente adjunta e assistente de direção artística da Banda Sinfônica do Estado de São Paulo, e atua como clinician (professora e conferencista) do Sopro Novo Bandas, da Yamaha do Brasil, tendo escrito e publicado o Caderno de Regência da coleção deste projeto.

 

Mauro Wrona – narrador

Nasceu em São Paulo, estudou música com Marcel Klass até transferir-se em 1978 para Barcelona, Espanha, onde iniciou sua carreira lírica como tenor. Colaborou por três anos com o Theatre Royal de La Monnaie de Bruxelas, e posteriormente atuou em importantes teatros europeus e brasileiros. Em 1997, voltou a se estabelecer no Brasil, onde iniciou intensa atividade na direção cênica de espetáculos líricos. Graduado em regência pela FASM, é coordenador do “Ópera Estúdio” da EMESP. Foi assessor artístico e diretor cênico residente do Theatro Municipal do Rio de Janeiro (2000-2001) onde colaborou com os diretores Werner Herzog, Sonia Frisell, Aidan Lang, Iacov Hillel e Jorge Takla. Neste mesmo teatro dirigiu a série “Opera do Meio-Dia”, que repetiu anos depois no Theatro São Pedro (2005-2007). Em parceria com Iacov Hillel desenvolveu uma série de óperas no CCJ (Centro da Cultura Judaica 2007-2008). Foi diretor cênico residente da Companhia Brasileira de Ópera (2010). Com sua companhia de pocket-óperas, apresentou-se em todo o Brasil, alternando 15 títulos do repertório lírico tradicional.  Há quatro edições é diretor artístico do Festival de ópera do Theatro da Paz. Destaca-se sua direção nos espetáculos das óperas, “Albert Herring” de Britten, “Orfeu no inferno” de Offenbach, “Viva la Mamma” de Donizetti, “Le Domino Noir” de Auber, “Der Freischütz” de Weber, “Cosi fan tutte”, “A Flauta Mágica” e as “Bodas de Figaro” de Mozart, “El niño judio” de Luna, “Tosca’ de Puccini, “Salomé” de Strauss, “Trovatore” e “Otello” de Verdi e “O menino e a Liberdade”, em estreia mundial, de Ronaldo Miranda. Em fevereiro deste ano participou como palestrante e professor de interpretação, no Campus Lírico do Teatro del Lago de Frutillar, Chile.

 

Banda Sinfônica Jovem do Estado

A Banda Sinfônica Jovem do Estado foi criada em 1993, sob a regência de Mônica Giardini. Em mais de 20 anos de atividades, tem executado composições originais para Banda Sinfônica, arranjos de autores consagrados da música erudita e obras do repertório popular. Formado por alunos da Escola de Música do Estado de São Paulo– Tom Jobim (EMESP Tom Jobim), o grupo participa de importantes eventos na capital e no interior do Estado, com atuações em óperas, poemas sinfônicos e em obras como a primeira audição da ópera Treemonisha, de Scott Joplin, e Paulistana – Retrato de uma Cidade, de Billy Blanco. Entre os convidados que recebe, estão artistas como o maestro húngaro Laszlo Marosi e solistas como Hector Costita, Raul de Souza, Isaías e seus Chorões e Naná Vasconcelos. A Banda é um dos grupos de difusão e formação musical da EMESP Tom Jobim, escola do Governo de São Paulo administrada pela Santa Marcelina Cultura.

 

Ópera Estúdio da EMESP Tom Jobim

O Ópera Estúdio tem duração de dois anos e oferece formação completa aos alunos, inclusive aulas de técnica corporal para cantores líricos, ministradas por Laura de Souza, e aulas de teatro, por Norma Gabriel. Sob a coordenação do professor Mauro Wrona, o Ópera Estúdio já encenou Così Fan Tutte, de Mozart (em 2005), Albert Herring, de Benjamin Britten (2006), Orphée aux Enfers, de Jacques Offenbach (2007), com adaptação em português de Francisco Correa Vasques, Viva La Mamma, de Gaetano Donizetti (2008), Le Domino Noir, de Daniel Auber (2009), A Flauta Mágica, de Wolfgang Amadeus Mozart (2010), Tutto nel Mondo è Burla!, espetáculo com obras de Verdi, Puccini, Rossini e Donizzetti (2011) , As Bodas de Fígaro, composta por Mozart e Os Contos de Hoffman de Offenbach (2012), e O Morcego de Johann Strauss(2013).