No dia 30 de agosto, sobem ao palco do Theatro São Pedro o Coral do GURI de Botucatu, Coral do GURI de Lorena, Coral do GURI de Piracicaba, Coral do GURI de São Vicente, Coral e Percussão do GURI de Sorocaba, Coral do GURI de São Paulo, Coral Infantil do GURI de São Paulo e Coral de Familiares do GURI de São Paulo.
Isabela Siscari, regência
TIBOR GOMES FITTEL (1976-)
Nanquim – 5’15 [Estreia mundial, 2026 – Encomenda GURI 30 Anos]
VITOR GABRIEL (1956-) / LUCIO CARDOSO (1912-1968)
Em tom de azul
SAMUEL ZYMAN (1956-)
Basta escuchar – 3’30
LISSA SCHNECKENBURGER (1979-)
Hope lingers on [arr. Andrea Ramsey] – 2’
KATERINA GIMON (1993-)
Song for the searching – 4’30
TRADICIONAL SUL-AFRICANA
Ukuthula – 4’
TRADICIONAL SUL-AFRICANA
Sizalelwe Indodana [arr. Victor C. Johnson] – 3′
DONALD PATRIQUIN (1938-)
Trois chansons folkloriques
I. J’entends le Moulin – 3’40
II. Un Canadien errant – 5’40
Gabriela Antunes, regência
MILTON NASCIMENTO (1942-) / CARLOS DRUMMOND DE ANDRADE (1902-1987)
Canção Amiga [arr. Mirella Antunes]
VIOLETA PARRA (1917-1967)
Gracias a la Vida [arr. Mirella Antunes]
TRADICIONAL SPIRITUAL
Let us Break Bread Together [arr. Cathy Stamegna]
PETER NARDONE (1965-)
I Give to You a new commandment
DANILO CAYMMI (1948-) / PAULINHO TAPAJÓS (1945-2013) / EDMUNDO SOUTO (1942-2000)
Andança [arr. Paulo Roberto Domingo]
DIVERSOS
Medley Coral de Familiares [arr. Gabriela Antunes]
CANÇÃO TRADICIONAL DA ÁFRICA DO SUL
Shosholoza
ADONIRAN BARBOSA (1910-1982)
Véspera de Natal [arr. Kitty Pereira]
FRANZ XAVER GRUBER (1787-1963) / JOSEPH MOHR (1792-1848); IRVING BERLIN (1888 – 1989); ASSIS VALENTE (1908-1958); JAMES LORD PIERPONT (1822-1893); TRADICIONAL FOLCLÓRICO INGLÊS
Natal [arr. Mara Campos]
[Medley a partir das músicas “Stille Nacht, heilige Nacht”, “White Christmas”, “Anoiteceu”, “Jingle Bells” e “We Wish You a Merry Christmas”]
HENRY PURCELL (1658-1695)
Come, ye sons of art away (Ode for Queen Mary’s birthday)
III. Sound the Trumpet [arr. James Erb] – 3’
JOHN RUTTER (1945-)
Look at the world – 5’
EDMUNDO VILLANI-CÔRTES (1930-)
Cantatinha de Natal – 15’
1º Quadro – Os Pastores
2º Quadro – Os três Reis Magos
3º Quadro – Canção de Maria
TEMA DE PASTORIL ALAGOANO
Estrela de Natal [arr. e adapt. Yara Campos] – 4’
JOSQUIN DES PREZ (1455-1521)
El grillo – 2’
VIJAY SINGH (1966-)
Medieval Gloria – 2’
DAN FORREST (1978-)
Adonai Adoneu – 5’
ANTÔNIO RIBEIRO (1971-)
Viajar – 2’
[Poema: Fernando Pessoa]
KOSAKU YAMADA (1886-1915)
Akatonbo [arr. Greg Gilpin] – 3’
MARCOS LEITE (1953–2002)
Três Cantos Nativos dos Índios Kraôs – 5’
HELEN CHADWICK
Cada canción – 2’
[Texto: Federico García Lorca]
BRUNO COULAIS (1954-)
Vois sur ton chemin – 2’20
ANA CAETANO E VITÓRIA FALCÃO
Amarelo, Azul e Branco [arr. Zeca Rodrigues] – 3’
MARCOS LEITE (1953–2002)
Três Cantos Nativos dos Índios Kraôs
GERALDO FILME (1927–1995)
Silêncio no Bexiga [arr. Amanda Temponi]
TIBOR GOMES FITTEL (1960–)
Nanquim [Estreia mundial, 2026 – Encomenda GURI 30 Anos]
CRIOLO (1975–)
Não Existe Amor em SP [arr. Danielle Bambace]
JOAO CLAUDINO /JOSÉ MIGUEL
O meu sangue ferve por você [arr. Eduardo Fernandes]
PÉRICLES CAVALCANTI (1947-)
Música, por quê? [arr. Samuel Kerr]
SUSIE MATHIAS (1961-) / OSWHALDO ROSA
Acometado [arr. Caio Lopes]
CARTOLA (1908-1980)
O Mundo é um Moinho [arr. Zeca Rodrigues]
ALMEIDA PRADO (1943-2010)
O Livro Mágico do Curumim
EDUARDO LAKSCHEVITZ (1968-)
Lavadeira
EDMUNDO VILLANI-CÔRTES (1930-)
Baile Imaginário
FRANCISCO MIGNONE (1897-1986)
Cantiga de Ninar
RENÉ ROJAS (1928-2000)
Los Niños del Mar
ERIC WHITACRE (1970-) / RUDYARD KIPLING (1865-1936)
The Seal Lullaby [adapt. Emily Crocker]
ALCEU VALENÇA (1946-)
Embolada do Tempo [arr. André Protásio]
DONGA (1889-1974) / MAURO DE ALMEIDA (1882-1956)
Pelo Telefone [arr. Anderson Nascimento]
ALEXANDRE DE OLIVEIRA (1984-)
Notas ao vento
TOM O’CONNOR
The Winding River
GISA NOGUEIRA (1938-)
Clementina de Jesus [arr. Silvestre Lonardelli]
ERIC WHITACRE (1970-) / RUDYARD KIPLING (1865-1936)
The Seal Lullaby [adapt. Emily Crocker]
ANTÔNIO CARLOS JOBIM (1927-1994) / LUIZ BONFÁ (1922-2001)
Correnteza [arr. Malu Cooper]
CARTOLA (1908-1980)
Corra e Olha o Céu [arr. André Protasio]
ALCEU VALENÇA (1946-)
Anunciação/La belle de Jour [arr. Luís Anselmi]
DOUGLAS GERMANO (1968-)
Maria da Vila Matilde [arr. Luís Anselmi]
LUIZ GABRIEL LOPES
Babulina’s Trip
ANTÔNIO CARLOS (1945-) / JOCAFI (1944-)
Catendê [arr. Amanda Temponi]
LENNA BAHULE
Na Ku Penda (Eu te amo mamã) [adapt. Luís Anselmi]
Criado para atender os pais dos alunos durante os ensaios dos Grupos Musicais do Guri, o Coral de Familiares é um exemplo da interação entre as esferas artística e social da pedagogia do Guri. Ao acompanhar de perto as atividades dos filhos, participar de seu cotidiano, compartilhar suas aspirações, os pais acabam compreendendo e incentivando a formação das crianças e adolescentes. Esse apoio ajuda a fortalecer não apenas o aluno, mas também os vínculos familiares e sociais dos envolvidos.
Apresentando-se sempre junto do Coral Infantil, o Coral de Familiares interpreta arranjos de canções populares e eruditas, com participação de um pianista ou a capella (sem acompanhamento instrumental).
O canto é uma das formas mais antigas de se fazer música, e sua história está intimamente ligada ao desenvolvimento da sociedade e da cultura. No GURI, o ensino e a prática coral são preceitos básicos da formação musical. O Coral do GURI de Botucatu foi criado em 2023, sob a condução do regente Caio Guimarães, sendo regido posteriormente por Thiago Rodrigues. Em 2024 o grupo recebeu o regente Edmo Guimarães e em 2025 retornou para a direção do regente Thiago Rodrigues. Atualmente o grupo é formado por 20 vozes, alunos do curso de Canto dos Polos Botucatu e São Manuel.
O canto é uma das formas mais antigas de se fazer música, e sua história está intimamente ligada ao desenvolvimento da sociedade e da cultura. No GURI, o ensino e a prática coral são preceitos básicos da formação musical. O Coral do GURI de Lorena foi criado em 2012, sob a regência de Pablo Trindade. No ano seguinte, protagonizou o espetáculo Lendas Amazônicas, com músicas de Waldemar Henrique, apresentado no Theatro São Pedro (SP) e na Sala São Paulo, na série Aprendiz de Maestro, com a regência de André Guimarães. Em 2014, foi conduzido por Patrícia Costa; em 2015, por Katherine Zeserson; e, em 2017, por Eduardo Fernandes. Em 2018, apresentou programa dirigido pelo arranjador Zeca Rodrigues, com participação do grupo Bebossa. Nos anos de 2020 e 2021, reinventou-se com produções audiovisuais em parceria com Zeca Rodrigues e Ceumar. Em 2022, esteve sob a regência de Paula Castiglioni. Nos anos de 2023 e 2024, contou com o trabalho do regente convidado Vinícius Guedes, destacando-se, em outubro de 2024, com uma apresentação no Auditório Claudio Santoro, em Campos do Jordão. Atualmente, em 2025, o coro segue sob a regência da maestra Patrícia Teixeira, acompanhado pelo preparador vocal Ronald Esteferson e pelo pianista Guilherme Travagli Ramos.
Logo em seu ano de criação, 2018, sob a regência da educadora Vanessa Zambão, o grupo participou do Festival de Música em Taubaté, apresentou-se no auditório do MASP (SP) por meio do projeto cultural Sons da Terra e integrou o Festival Internacional de Coros (FIC), em Ubatuba, com apresentações em diversos espaços da cidade. Ainda em 2018, conquistou o título de Melhor Coro Infantojuvenil e o segundo lugar no Festival Internacional Cantoritiba, em Curitiba, além de realizar o espetáculo cênico-musical Era dos Festivais. Em 2019, participou do Concerto ao Ar Livre ao lado da Orquestra Sinfônica de Piracicaba, na ESALQ-USP. No mesmo ano, foi convidado pelo grupo austríaco Zurcaroh para integrar o espetáculo Escrituras Sagradas. Cantou no Festival Internacional de Corais (FIC), desta vez em Caldas/MG e com Patrícia Costa. Nos anos de 2020 e 2021, manteve sua produção artística por meio de projetos audiovisuais em colaboração com os músicos Zeca Rodrigues e Luiz Tatit. Em 2022, sob a regência de Maíra Ferreira, o coral se apresentou ao lado da pianista Juliana Ripke. No ano seguinte, em 2023, com Vanessa Zambão, o grupo encenou o espetáculo Nosso Samba tem História, com direção cênica do ator João Scarpa. Em 2024, o Coral do GURI de Piracicaba recebeu como regente convidada a cantora e maestrina Aniela Rovani, reafirmando seu compromisso com a formação musical de excelência e a constante renovação de sua linguagem artística.
Formado pelos alunos e alunas de canto do Guri, o Coral do Guri conta com adolescentes de 12 a 18 anos, e promove o aprofundamento da prática vocal. Em constante aprimoramento, o grupo explora em cada programa um repertório distinto, passando pela música sacra e popular, por canções do gospel e por composições contemporâneas, tendo recebido convidados como Keith McCutchen (EUA), o grupo vocal Mouthful (Inglaterra) e a maestrina Agnieszka Franków-Zelazny (Polônia). Em 2012, lançou o CD Cantos Novos – o primeiro álbum dos Grupos Musicais do Guri –, com peças em sua maioria escritas especialmente para o grupo.
O canto é uma das formas mais antigas de se fazer música, e sua história está intimamente ligada ao desenvolvimento da sociedade e da cultura. No GURI, o ensino e a prática coral são preceitos básicos da formação musical. Em 2023, ano de fundação do grupo, o Coral foi regido por Giuliana Frozoni, gestora pedagógica da Santa Marcelina Cultura, com preparação vocal de Narayani Sri Hamsa. Em 2024, a regência ficou por conta de Denise Yamaoka. Atualmente, o Coral do GURI de São Vicente dispõe de 40 vagas.
O grupo foi criado em 2012 e já participou de espetáculos cênico-musicais como Calungá (2012), com Naná Vasconcelos, no Teatro Sergio Cardoso e no Auditório do Ibirapuera, ambos em São Paulo. Em 2015 realizou o musical West Side Story, no Teatro do Sesc Sorocaba (SP). Em 2017, com Tião Carvalho e Gabriel Levy, dedicou-se a ritmos nordestinos, com apresentação no Auditório Municipal Francisco Beranger, em Votorantim. Trabalhou com os regentes Pablo Trindade (2012), Gisele Cruz (2013), Regina Kinjo (2014) e Felipe Senna (2019). Em 2020 e 2021 realizou produções audiovisuais, destacando-se os vídeos que tiveram como convidados Zeca Rodrigues, em 2020; e a moçambicana Lenna Bahule, em 2021. Em 2022, foi regido por Rosângela Rhafaelle; e em 2023 pelos regentes Emerson Tineo e Fabiana Almeida. Regente em 2024, Luis Anselmi conduzirá o grupo novamente em 2025.
O canto é uma das formas mais antigas de se fazer música, sua história está intimamente ligada ao desenvolvimento da sociedade e da cultura. No Guri, o ensino e a prática coral são preceitos básicos da formação musical. O Coral Infantil, que reúne crianças de 7 a 12 anos, é o conjunto mais jovem de todo o programa. Nele, acontece um caminho de mão dupla: ao mesmo tempo que a criança aprende que música é interpretação e performance, a performance acolhe a propensão natural da criança pela brincadeira e transforma a experiência musical em um processo ao mesmo tempo aprofundado e lúdico, trabalhando de forma integrada música e expressão corporal. Em seu repertório, o Coral Infantil do Guri de São Paulo aprende música e história da música, tendo contato com uma ampla gama de composições que vão desde peças populares brasileiras da Era do Rádio e da MPB, passando do folclore popular a arranjos de compositores clássicos e do contemporâneo. Representativo, o grupo já participou de diversos projetos importantes como o Especial de Fim de ano da TV Cultura (2012), o CD Cantos Novos, com o Coral Juvenil do Guri (2012), a interpretação de Carmina Burana, na Sala São Paulo, com a Orquestra Jovem do Estado (2015).
Rua Barra Funda, 171 – São Paulo/SP
Este site utiliza cookies e outras tecnologias semelhantes para melhorar a sua experiência em nossos serviços. Ao utilizar nossos serviços, você concorda com tal monitoramento. Consulte a Política de Privacidade para obter mais informações.