Concerto de encerramento do X Encontro de Música Antiga. Sob regência do maestro Luis Otavio Santos, o evento reúne uma Orquestra Barroca composta pelos professores e alunos do Núcleo de Música Antiga.
Ensaio aberto gratuito: 28/10, 11h
Ingressos: Clique aqui
Participações:
Luis Otavio Santos, violino barroco
Ricardo Kanji, flauta doce
Livia Lanfranchi, traverso
Natalia Chahin, oboé barroco
Alessandro Santoro, cravo
Guilherme de Camargo, teorba
Isabel Kanji, cravo
Marília Vargas, soprano
Estudantes:
Alisson Muniz, Ana Yae Okuma, Camila Picasso, Carlos Martin, Daniel Figueiredo, Felipe Faglioni, Fernando Santiago, Giuliano, Letícia Andrade, Letizia Roa, Matheus Alves, Sandra Cristina, Vinicius Marson, Vitor Tamarindo
Georg Philipp Telemann – Suite “ Les Nations”
Luigi Rossi – Occhi belli
Antonio Vivaldi – In furore iustissimae irae , RV 626 – aria C.P.E.
Bach – Andante do Concerto em lá maior para cravo, Wq 19 G.F.
Handel – Concerto Grosso em fa maior, op.3 n. 4
Luis Otavio Santos, violino barroco
Doutor em música pela Unicamp, obteve graduação e mestrado em violino barroco pelo Conservatório Real de Haia (Holanda), com Sigiswald Kuijken. Seu CD Sonatas para violino de J.M.Leclair venceu o prêmio “Diapason d’Or” na França, em 2005. Em 2007 recebeu o título de comendador da “Ordem do Mérito Cultural”, concedido pelo Ministério da Cultura. É diretor artístico do Festival Internacional de Música Colonial Brasileira e Música Antiga de Juiz de Fora e fundador e coordenador do Núcleo de Música Antiga da EMESP Tom Jobim.
Ricardo Kanji, flauta doce
Especializou-se na interpretação da música barroca e clássica ao longo dos 25 anos de sua estada na Holanda, onde foi professor do Conservatório Real de Haia. Criou, em 1997, o Coro e Orquestra Vox Brasiliensis, conjunto com o qual se dedicou como diretor artístico ao projeto História da Música Brasileira. Por este trabalho, foi premiado como o melhor regente pela APCA. Recebeu o Prêmio Bravo de 2009 pela melhor gravação do ano, além da nomeação para o Grammy Latino.
Livia Lanfranchi, traverso
Graduada em flauta moderna pelo Conservatório de Santa Cecília (Itália), especializou-se em traverso e música antiga na Schola Cantorum Basiliensis (Suíça). Estudou com Linde Brunmayr na Hochschule für Musik em Trossingen (Alemanha), e com Barthold Kuijken no Conservatório Real de Haia. Em 2001 concluiu seu mestrado em flauta barroca e clássica com distinção. Gravou com a Mozart Akademie Amsterdam e a Den Haag Baroque Orchestra. Em 2009 lançou pelo selo Clássicos o CD Sonatas para flauta de Bach, com o cravista Alessandro Santoro.
Natalia Chahin, oboé barroco
Estudou flauta doce com Bernardo Toledo Piza e Cléa Galhano. Em 1992 graduou-se em flauta doce no Conservatório Real de Haia, estudando com os professores Ricardo Kanji, Marion Verbrüggen e Sébastien Marc. Também no Conservatório obteve seu Diploma de Solista (Master’s Degree) em oboé barroco, sob a orientação do professor Ku Ebbinge. Desde 1994, é professora de flauta doce e oboé barroco no Festival Internacional de Música Colonial Brasileira e Música Antiga de Juiz de Fora. É professora de oboé barroco na EMESP Tom Jobim desde 2007.
Alessandro Santoro, cravo
Mestre em piano pelo Conservatório Tchaikovsky de Moscou. Sob orientação de Jacques Ogg, obteve mestrado em cravo pelo Conservatório Real de Haia, onde lecionou por cinco anos. Integrou a Orchestra of the 18th Century e fundou a Den Haag Baroque Orchestra. Com o violinista Luis Otavio Santos e o gambista Ricardo R. Miranda, recebeu o prêmio Diapason D’Or por disco com obras de Leclair. Responde pelo acervo material e virtual da Associação Cultural Claudio Santoro. É professor de cravo e baixo contínuo do Núcleo de Música Antiga da EMESP Tom Jobim.
Guilherme de Camargo, teorba
Mestre em musicologia e bacharel em violão erudito pela ECA USP, estudou com Edelton Gloeden, Hein Sanderinck e Jorge Oraison. Realizou série de concertos com o grupo De Profundis no V Festival Internacional de Música Renascentista Y Barroca Americana “Missiones de Chiquitos”. Em 2012 gravou e arranjou o CD Tempo Breve que Passaste. É professor de alaúde, guitarra barroca e teorba da EMESP Tom Jobim e leciona alaúde no Festival Internacional de Música Colonial Brasileira e Música Antiga de Juiz de Fora, desde 2008.
Isabel Kanji, cravo
Bacharel em piano e mestre pela ECA/USP (bolsista FAPESP). Especializou-se em cravo com Alessandro Santoro na EMESP e frequentou cursos de aperfeiçoamento com o renomado cravista Jacques Ogg tanto no Brasil quanto no exterior (Canadá e EUA). Atua como cravista acompanhadora na classe de canto barroco de Marília Vargas na EMESP, como camerista em diversas formações e é professora de piano e música de câmara no Conservatório Municipal de Guarulhos.
Marília Vargas, soprano
Uma das mais ativas e respeitadas sopranos de sua geração, Marília Vargas divide seu tempo entre aulas, concertos, master classes e festivais de música. Possui extensa discografia como solista, e inúmeras gravações para rádio e TV brasileiras e européias (TV Brasil, TV Cultura, Arte, TVE, Mezzo). Sua intensa atividade musical nas últimas temporadas, inclui diversos recitais com diferentes orquestras, a Paixão Segundo São João com o ensemble Os Músicos de Capella na série da Cultura Artística na Sala São Paulo, o papel titulo da ópera Alcina de Händel, no Theatro São Pedro, e as Vésperas de Monteverdi no Theatro Municipal de São Paulo. Abrindo a temporada 2022 do Theatro São Pedro, estreou o papel título de La Serva Padrona e Livietta e Tracollo. Marília Vargas é professora de Canto Lírico e da Oficina de Música Barroca da Escola Municipal de Música de São Paulo, professora de Canto Barroco na Escola de Música do Estado de São Paulo e preparadora vocal do Coral Jovem do Estado.
Rua Barra Funda, 171 – São Paulo/SP
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