Santa Marcelina Cultura

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Tom Jobim e Leila Pinheiro visitam Clube da Esquina

No dia 23 de novembro, às 20h30, a Orquestra Jovem Tom Jobim revista o programa Tom Jobim visita Clube da Esquina, apresentado pelo grupo em 2017. No repertório, algumas das principais obras de Milton Nascimento e Lô Borges, com arranjos escritos especialmente para a formação da orquestra. A cantora Leila Pinheiro é convidada a dividir o palco com o grupo da EMESP Tom Jobim, com regência de Nelson Ayres e Tiago Costa.

Orquestra Jovem Tom Jobim

Dedicada especialmente à música popular brasileira orquestral, a Orquestra Jovem Tom Jobim tem uma sonoridade particular. Ao mesmo tempo em que se insere na tradição das orquestras de rádio e TV, também tem características muito peculiares e recentes. Além do jogo de cintura e polivalência dos grupos de antigamente, a Tom Jobim tem uma face contemporânea, fruto de um repertório formado majoritariamente por arranjos concebidos especialmente para o grupo.

No palco, alia-se a potência e expressividade de uma orquestra sinfônica (com naipes de cordas, madeiras e metais), à força e energia da seção rítmica (piano, contrabaixo elétrico, guitarra, bateria e percussão). Dessa união, carregada de vitalidade, resulta um som distinto, uma pronúncia tipicamente brasileira da música de concerto.
Criado em 2001, durante o Festival Internacional de Inverno de Campos do Jordão, o grupo de difusão e formação musical da EMESP Tom Jobim possibilita vivência orquestral erudita e popular aos bolsistas, por meio do resgate de obras tradicionais de grandes compositores nacionais, com especial dedicação à obra de Tom Jobim, além de pesquisa e experimentação musical.

Toda sua programação, da escolha de repertório à dinâmica de ensaios, é realizada pensando na formação dos bolsistas. Os jovens músicos ensaiam e se apresentam com os solistas convidados, e usufruem de um rico intercâmbio de conhecimentos e vivências. A experiência completa – ensaios de alta intensidade, aulas com convidados que são referência em sua área, e exploração de um repertório versátil e inovador – proporcionam aos jovens músicos não apenas um aprimoramento técnico e estilístico, mas um conhecimento profundo do fazer musical.

Repertório

MILTON NASCIMENTO
Suíte Milagre dos Peixes
Arr. Nelson Ayres

MILTON NASCIMENTO / MÁRCIO BORGES

Vera Cruz
Arr. Nelson Ayres

MILTON NASCIMENTO / RONALDO BASTOS

Cravo e Canela
Arr. Nelson Ayres

MILTON NASCIMENTO

Lilia
Arr. Fernando Corrêa

JOYCE / MAURÍCIO MAESTRO

Mistérios
Arr. Felipe Senna

MILTON NASCIMENTO / FERNANDO BRANT

Saídas e Bandeiras nº 1
Arr. Tiago Costa

LÔ BORGES / MÁRCIO BORGES

Tudo Que Você Podia Ser
Arr. Ruriá Duprat

LÔ BORGES / RONALDO BASTOS

Nuvem Cigana
Arr. Ruriá Duprat

LÔ BORGES / MÁRCIO BORGES

Um Girassol da Cor do seu Cabelo
Arr. Tiago Costa

MILTON NASCIMENTO / LÔ BORGES / MÁRCIO BORGES

Clube da Esquina nº 2
Arr. Fernando Corrêa

MILTON NASCIMENTO / C. DRUMMOND DE ANDRADE

Canção Amiga
Arr. Luca Raele

MILTON NASCIMENTO / FERNANDO BRANT

Credo
Arr. Luca Raele

MILTON NASCIMENTO / RONALDO BASTOS

Cais
Arr. Nelson Ayres

MILTON NASCIMENTO / RONALDO BASTOS

Nada Será Como Antes
Arr. Nelson Ayres

MILTON NASCIMENTO / RONALDO BASTOS

Fé Cega
Arr. Nelson Ayres

Sobre o(a) regente

Nelson Ayres, regência

Iniciou seus estudos musicais com Paul Urbach entre os anos de 1959 e 1962. Foi aluno ainda de Luís Schiavo (1963-1965) e Conrad Bernhard (1966-1967). Sendo professor e diretor do Centro de Desenvolvimento Artístico, de São Paulo, de 1966 a 1969. No mesmo ano, fez o curso de regência com Diogo Pacheco e viajou para os EUA para estudar na Berklee School of Music (Boston), sendo o primeiro brasileiro a receber bolsa para a renomada escola de música. Ainda nos Estados Unidos, estudou piano com Margareth Chaloff e composição com John Adams. Em 1985, foi co-realizador do “Projeto Prisma” (disco e show) com César Camargo Mariano, realizando turnês de dois anos pelo Brasil. Em 1985, a convite de César Camargo Mariano, participou do projeto Prisma. Sete anos depois, o pianista assumiu a regência e a direção artística da Orquestra Jazz Sinfônica, função que ocupou por nove anos.

Tiago Costa, regência

Pianista, compositor e arranjador vêm transitando entre a música instrumental, a canção e a música orquestral. Ganhou destaque como arranjador e teve suas peças gravadas dentro e fora do Brasil com obras registradas pela OSESP e Orquestra Jazz Sinfônica. Trabalhou ao lado de inúmeros artistas de primeira grandeza da música brasileira como Maria Rita, Zizi Possi, Chico Pinheiro, Gilberto Gil, Ivan Lins e Monica Salmaso, tendo já se apresentado nos cinco continentes.

Sobre o(a) solista

Leila Pinheiro, voz

Estrela do primeiro time da música popular brasileira, Leila Pinheiro é intérprete, compositora e pianista. Começou a estudar piano aos dez anos de idade. Aos vinte, desiste da faculdade de Medicina e realiza seu primeiro espetáculo, Sinal de Partida , em outubro de 1980, em Belém, sua cidade natal, onde estreou como cantora.

Em maio de 1981, passa a morar no Rio de Janeiro e grava seu primeiro LP de maneira independente com produção de Raimundo Bittencourt. Excursionou com o Zimbo Trio em shows pelo exterior em 1984, mas o sucesso veio na verdade em 1985, quando ganhou o prêmio de cantora-revelação no Festival dos Festivais, da TV Globo, onde defendeu o samba Verde – de Eduardo Gudin e José Carlos Costa Neto – seu primeiro sucesso radiofônico.

Músicos da grandeza do maestro Tom Jobim, do cantor e compositor Chico Buarque, do violonista Toninho Horta, do guitarrista americano Pat Metheny e dos também pianistas e compositores Francis Hime, Ivan Lins e João Donato participaram de seus trabalhos.

Seu CD “Benção, bossa nova” (1989), celebrou as três décadas da bossa no Brasil e no Japão, com Leila e um de seus maiores criadores – Roberto Menescal. “Coisas do Brasil” (1993), produzido pelo pianista Cesar Camargo Mariano, e “Catavento e Girassol” (1996), com as parcerias  de Guinga e Aldir Blanc, são três grandes referências da intérprete, suas escolhas e parceiros.

Em seus 39 anos de carreira, gravou19 CDs e três DVDs, interpretando o cancioneiro brasileiro clássico por seus grandes criadores – os que vieram vindo e os que vêm chegando. Leila Pinheiro é sinônimo da melhor música brasileira: clássica, moderna, eterna.

Data: 23/11/2019

Horário: 20:30

Local: Teatro Polytheama

Endereço: R. Barão de Jundiaí, 176 – Centro, Jundiaí

Capacidade: 1.124 lugares

Acessibilidade: Sim

Entrada: Paga

Ingressos: